7ª edição do Festival Palco Giratório no Espaço Cultural Escola Sesc

Espetáculo teatral de drama, pela Cia.Cortejo (RJ):  "Antes da chuva". A apresentação será dia 25 de Maio, às 19:30. Duração: 60 minutos. Classificação etária: 14 anos. Foto: Divulgação.

Espetáculo teatral de drama, pela Cia.Cortejo (RJ): “Antes da chuva”. A apresentação será dia 25 de Maio, às 19:30. Duração: 60 minutos. Classificação etária: 14 anos. Foto: Divulgação.

Entre os dias 29 de abril e 30 de maio o Espaço Cultural Escola Sesc recebe a 7ª edição do Festival Palco Giratório, com toda a programação gratuita, que será de 34 atividades culturais, entre elas 26 espetáculos de teatro, dança e circo e oito ações formativas, oficinas, intercâmbios e palestras. Promovido pelo SESC (Serviço Social do Comércio), o projeto proporciona mais que entretenimento: seu objetivo é difundir as artes cênicas e gerar trocas de experiências e intercâmbios entre artistas e o público, valorizando a educação e cidadania dos espectadores.

Espetáculo teatral: "As três irmãs", de Traço Cia. de Teatro de Santa Catarina. Gênero: teatro tragicômico. A atração será dia 06 de Maio, às 19:30 hs, com duração de 80 minutos e classificação etária de 12 anos. Foto: Andrea Rêgo Barros.

Espetáculo teatral: “As três irmãs”, de Traço Cia. de Teatro de Santa Catarina. Gênero: teatro tragicômico. A atração será dia 06 de Maio, às 19:30 hs, com duração de 80 minutos e classificação etária de 12 anos. Foto: Andrea Rêgo Barros.

No Brasil, esta é a 18ª edição do projeto e 30 espetáculos de 20 grupos provenientes dos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rondônia integram o circuito oficial do Palco Giratório.

Viviane da Soledade, curadora do Palco Giratório e coordenadora do Festival no Espaço Cultural Escola Sesc, destaca o diferencial da programação no Espaço Cultural Escola Sesc: “Aqui nós promovemos o que chamamos de ‘Festival Palco Giratório’. Esta é uma ação que ocorre por 30 dias com programação gratuita.  Vamos receber todos os espetáculos do circuito nacional e teremos também a participação do Balé Popular do Recife, grupo homenageado, O Teatrão, de Portugal, que é o nosso grupo convidado. Além disto, teremos atividades paralelas como o ‘Pensamento Giratório'”.

Dança nordestina e espetáculo português são destaques da programação
Neste ano, um dos grupos homenageados pelo projeto é o Balé Popular do Recife, que integra o circuito especial do Palco Giratório. Fundado em 1976, pelo artista André Luiz Madureira e por Ariano Suassuna, eles também compõem a programação do Festival no Espaço Cultural Escola Sesc, que além da apresentação de “Nordeste – A dança do Brasil” também inclui uma oficina gratuita de dança nordestina com as diretoras Angélica Madureira e Ângela Fischer.

A homenagem ao Balé Popular do Recife reafirma o investimento do Palco Giratório em outros formatos culturais, como intervenções urbanas, circo e dança. Outro destaque é o ‘O Teatrão’, de Portugal, que participa como grupo convidado da programação local. A companhia também realizará oficina gratuita para o público interessado em mergulhar no universo da dramaturgia. Serão dois dias de aulas ministradas por Jorge Louraço, formado em relações internacionais e em antropologia social, e que há anos vem se especializando como dramaturgo. Dirigiu “Conta-me Como É”, que será apresentado na programação do Festival Palco Giratório, é docente da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, crítico de teatro do Jornal Público e bolsista de doutorado da FCT. No Brasil, traduziu Ricardo III, de Shakespeare (enc. Marcelo Lazzarato), trabalhou com os encenadores Marco Antonio Rodrigues e Cibele Forjaz e publicou “Verás que Tudo É Verdade”, sobre o grupo Folias (SP).

Assista abaixo dois vídeos (teasers) sobre o festival, um com a curadora do Palco Giratório e coordenadora do festival no Espaço Cultural Escola Sesc e o outro sobre o evento:

Viviane da Soledade, curadora do “Palco Giratório” e coordenadora do festival no Espaço Cultural Escola Sesc

Teaser sobre o festival “Palco Giratório 2015”

Festival Palco Giratório

Data: 29 de abril a 30 de maio

Local: Espaço Cultural Escola Sesc

Endereço: Avenida Ayrton Senna, 5677 – Jacarepaguá

Informações: (21) 3214-7404 | espacoculturalescolasesc@gmail.com |espacocultural.escolasesc.com.br

Ingressos: Gratuitos – distribuição 1h antes de cada espetáculo

Oficinas: Gratuitas – Para se inscrever nas oficinas é necessário preencher a ficha de inscrição e enviar para o email espacoculturalescolasesc@gmail.com mencionando no assunto: Oficina – Palco Giratório 2015.

Transportes:

Centro:  ônibus 315/169/181/303 | 361 (via Linha Amarela) |Terminal Alvorada: ônibus 692/693/701/465 |Baixada: 405/410/420/425/400/415 |Metrô: Nova América Del Castilho com integração para Alvorada

Estacionamento gratuito sujeito à lotação

 

Programação completa: https://teatroescolasesc.wordpress.com/2015/04/08/vii-festival-palco-giratorio-jacarepaguabrasil/

 

PROGRAMAÇÃO

29/04 e 30/04 das 16h30 às 19h – Oficina de Dramaturgia com Jorge Louraço (O Teatrão/ Portugal)

Nesta oficina, os participantes serão desafiados a escrever um texto inspirado numa das cenas de Terror e Miséria no III Reich, de Brecht, mas versando a sua realidade. No primeiro dia serão analisadas as cenas escolhidas como mote e debatidos os modos de escrever a partir de material prévio, seguindo-se um exercício prático. No segundo dia serão lidas e analisadas as cenas escritas, seguindo-se um exercício de reescrita, de modo a terminar a oficina com versões finalizadas das cenas. Jorge Louraço é português, formado em relações internacionais e em antropologia social. Há anos vem se especializando como dramaturgo e pesquisar de teatro. Dirigiu Conta-me Como É (O Teatrão, 2014) que será apresentado na programação do Festival Palco Giratório Jacarepaguá/Brasil. Dramaturgo residente no Teatrão, é docente da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, crítico de teatro do jornal Público e bolseiro de doutoramento da FCT. No Brasil, traduziu Ricardo III, de Shakespeare (enc. Marcelo Lazzarato), trabalhou com os encenadores Marco Antonio Rodrigues e Cibele Forjaz e publicou Verás que Tudo É Verdade, sobre o grupo Folias (SP).

30/04 às 15h – Nina, o monstro e o coração perdido / Clareira de Teatro (RS) / Teatro Infantojuvenil

Duração: 60 minutos

Classificação etária: livre

Local: Palco

Sinopse: Nina, o monstro e o coração perdido conta a história de uma menina que se desfaz do seu coração para não mais sentir tristeza. É um texto delicado e poético, que fala sobre a necessidade de lidar com os sentimentos. Para abordar esse assunto de forma dinâmica e encantada, a peça ora utiliza a linguagem de contadores de histórias, ora a própria encenação da jornada de Nina e dos percalços do seu amigo Monstro em busca do coração perdido. A amizade e o comprometimento dos personagens são uma valorização das relações pessoais, tão importantes para a integração social, o aprendizado do sentir e conviver em sociedade.

Ficha técnica: Texto: Martina Schreiner / Direção: Lúcia / Direção Musical: Álvaro Rosa Costa / Elenco: Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso / Trilha Sonora Original: Álvaro Rosa Costa / Preparação Musical: Beto Chedid e Álvaro Rosa Costa / Preparação Corporal e Coreografias: Larissa Sanguiné Criação de Luz: Ricardo Vivian / Criação de Figurino e Adereços: Martina Schreiner, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso / Criação de cenário: Martina Schreiner e Alex Limberger / Criação de Maquiagem: Lúcia Bendati, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso / Fotos: Luciane Pires Ferreira / Produção Executiva: Rodrigo Ruiz

01/05 de 10h30 às 17h30 – Oficina Corpo Emaranhado / Núcleo Atmosfera – NUA (MA)

A oficina propõe aos participantes a experimentação de matrizes de danças populares maranhenses, que servirão como base para a desconstrução e construção de obras híbridas a serem apresentadas em diferentes formatos e lugares como resultado final das atividades.

Público Alvo: Artistas em geral

Número máximo de participantes: 20

Ministrantes: Leônidas Portella, Marina Corrêa e Roxa Belfort

 

 02/05 – 16h – Conta-me como é / Cia O teatrão (Portugal) / Teatro

Duração: 80 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco (100 lugares)

Sinopse:Estreado por ocasião dos 40 anos do 25 de abril, a data da revolução dos cravos em Portugal, o espetáculo CONTA-ME COMO É mostra um conjunto de peças curtas, autênticos pedaços do Portugal contemporâneo surgidos da pena de três premiados dramaturgos e com os quais a Cia. O Teatrão fabrica uma versão própria do país real. Com base nestas três visões particulares da realidade portuguesa, tentam recriar-se, numa sala dessacralizada e reinventada, as formas de comunicação da imprensa, da rádio e da TV, que passam aos cidadãos uma versão oficial de Portugal, formas de comunicação que neste espetáculo são passadas através do filtro poderoso do teatro. Tendo como ponto de partida as obras “Terror e Miséria do III Reich”, de B. Brecht, e “Terror e Miséria no Primeiro Franquismo”, de J. S. Sinisterra, a construção deste projeto começou em 2012 com um seminário de dramaturgia e culminou em 2014 com a apresentação de uma obra que junta 19 atores (entre profissionais e alunos das classes da Cia. O Teatrão) e artistas de várias áreas, desde a dança à ilustração e fotografia.

Ficha Técnica: Textos: Jorge Palinhos, Pedro Marques e Sandra Pinheiro / Encenação: Jorge Louraço / Elenco: Ana Bárbara Queirós, Inês Mourão, Isabel Craveiro, João Santos, Margarida Sousa, Nuno Carvalho / Desenho de Luz: Alexandre Mestre Apoio ao movimento: Marina Nabais / Cenário e Figurinos: Filipa Malva / Banda Sonora: João Castro Gomes/ Ilustração: André Lemos/ Fotografia: Carlos Gomes/ Construção de Cenário: José Baltazar / Costureira: Fernanda Tomás / Direção de Produção: Cátia Oliveira/ Produção Executiva: Nuno Carvalho / Direção Técnica: João Castro Gomes / Equipe Técnica: Alexandre Mestre, João Castro Gomes, Rui Capitão

02/05 às 19h30 – Divino / Núcleo Atmosfera – NUA (MA)

Duração: 50 minutos

Classificação etária: livre

Local: Pilotis da Escola Sesc (200 lugares)

Sinopse:Um corpo que se constrói culturalmente e busca – através da arte – explorar a identidade de um povo, suas urgências e suas manifestações culturais mais marcantes para dimensionar o registro historiográfico que relaciona o patrimônio cultural (material e imaterial) com o panorama atual desse patrimônio. “Divino” desencadeia um processo híbrido e incorpora “cultura popular maranhense” a um baú de linguagens artísticas, gerando uma proposta contemporânea, na qual sua motivação central está no discurso que um corpo propõe sobre a preservação de uma história.

Ficha técnica: Concepção, direção e pesquisa: Leônidas Portella / Atuação: Leônidas Portella, Roxa Belfort (Mestra Roxa), Maria da Graça (Dona Gracinha) e Marina Corrêa / Iluminação e contrarregra: Paulo Socha / Vídeos: Leônidas Portella e Diones Caldas / Foto e edição de vídeo: Paulo Socha / Objetos de Cena e Figurino: João Almeida Costuras: Diva Dias

04/05 às 19h30 – Guerra, Formigas e Palhaços / Grupo Estação de Teatro (RN) / Teatro – Comédia Dramática

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse:Dois militares, últimos remanescentes de um batalhão de combate, se encontram perdidos em uma guerra. Ao tenente e ao soldado cabe agora a tarefa de defenderem o pequeno território ainda não tomado pelas forças inimigas. Os dois sabem que a única forma de saírem vivos da situação é a possível chegada de reforços. Porém, quando todas as saídas parecem se fechar, um fato inusitado acontece: o batalhão de dois homens finalmente se depara, estupefato, diante daquele que pode carregar o último fio de esperança.

Ficha técnica: Direção: Rogério Ferraz / Dramaturgia: César Ferrario / Elenco: Enio Cavalcante, Pedro Queiroga, Rogério Ferraz e Davidson Lacerda Assistente de Direção e preparadora corporal: Carla Martins / Trilha Sonora: Willames Costa e Caio Padilha / Figurino e adereços: Irapuan Júnior / Cenário: Rogério Ferraz e Irapuan Júnior / Iluminação: Ronaldo Costa / Projeto Gráfico: Danilo Tenório Produção: Tatiane Fernandes / Fotografia: Joanisa Prates e Pablo Pinheiro / Operação de Luz: Manu Azevedo Operação de Som: Caio Padilha

05/05 às 19h30 – Exu, a Boca do Universo / NATA – Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas (BA) / Drama Cômico

Duração: 70 minutos

Classificação etária: 18 anos

Local: Palco (100 lugares)

Sinopse: ‘Exu – a boca do universo’ é um espetáculo de celebração à vida. O espetáculo narra sem compromisso cronológico momentos em que Exu se mostra diferente daquilo que tanto se pregou na cultura ocidental sobre o orixá que rege a comunicação e a liberdade no candomblé. Optando por uma dramaturgia músico-poética, pela encenação onde atores que se personificam sobre as diversas concepções do orixá Exu, o humano e o divino se entrelaçam na celebração à condição de estar vivo. Exu em suas várias facetas se mostra no espetáculo como alguém que valoriza o movimento da vida, do falar ao agir, do pensar ao sentir.

Ficha técnica: Direção: Fernanda Júlia / Texto: Daniel Arcades, Direção Musical: Jarbas Bittencourt / Coreografia: Zebrinha / Cenografia, Figurinos e Maquiagem: Thiago Romero / Produção: Nata e Kalik Produções / Realização: Núcleo de Teatro do Teatro Castro Alves / elenco: Antonio Marcelo Daniel Arcades, Fabíola Julia, Fernando Santana, Thiago Romero / musicista: Sanara Rocha

06/05 às 19h30 – As Três Irmãs / Traço Cia. De Teatro (SC) / Teatro – Tragicômico

Duração: 80 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco (100 lugares)

Sinopse: O espetáculo discorre sobre o desejo das irmãs Olga, Maria e Irina de retornarem à cidade natal, de onde saíram há onze anos com o pai, general militar. Ainda mais importante que o plano dos acontecimentos, porém, é a exposição dos conflitos que se estabelecem entre o plano da vida material – o cotidiano – e o plano espiritual – a eternidade. O espetáculo aborda o clássico texto do dramaturgo russo Anton Tchékhov a partir da técnica do palhaço.

Ficha técnica:Texto: Anton Tchékhov / Adaptação e Direção: Marianne Consentino / Elenco: Débora de Matos, Greice Miotello e Paula Bittencourt / Músicos: Cassiano Vedana, Gabriel Junqueira e Mariella Murgia / Concepção Musical: Cassiano Vedana, Gabriel Junqueira, Mariella Murgia e Neno Miranda / Iluminação Ivo Godois / Figurino e Cenografia: O grupo Orientação de Pesquisa Prof.Dr. Armando Sérgio da Silva e Prof. Dr. Valmor Nini Beltrame / Produção Caroline Dalprá / Operação de Luz Egon Seidler

 

06/05 de 10h30 às 17h30 – Oficina Dança Afro para não dançarinos/ NATA – Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas (BA)

Público alvo: aberto a todos, sem necessidade de experiência anterior

Número máximo de participantes: 20

Ministrante: Fabíola Julia

Colocar não dançarinos em contato com a dança afro, proporcionando auto conhecimento corporal, ativando a energia do corpo, conectando o indivíduo às suas pulsações e pulsões energéticas e tendo contato com a força ancestral presente na dança afro.

07/05 às 15h – Plural / Cia. de Teatro Nu Escuro (GO) / Teatro – Formas Animadas

Duração: 55 minutos

Classificação etária: 10 anos

Local: Palco (100 lugares)

Sinopse: PLURAL é a trama tecida pelas histórias de uma menina chamada Maria. Suas primeiras recordações remetem aos seus sete anos, onde se distraia brincando com uma boneca de milho no terreiro de sua casa, enquanto sua avó cozinhava no fogão a lenha e lhe falava pela janela. A narrativa segue costurando memória em memória, fiando do universo rural ao urbano, bordando histórias vividas e sentidas, com seus encantos, medos, violências, coragens, lamentos e alegrias. Uma trama sempre tensionada entre o drama e a poesia, o trágico e o humor. Inspirado nas histórias reais das mães do integrantes da Cia de Teatro Nu Escuro.

Ficha técnica: Direção Geral: Izabela Nascente / Assistente de direção: Lázaro Tuim / Pesquisa visual – Rô Cerqueira / Dramaturgia: Hélio Fróes, Abilio Carrascal e Izabela Nascente /Atores/ Manipuladores: Abilio Carrascal, Adriana Brito e Eliana Santos / Trilha sonora e preparação musical: Abilio Carrascal / Música original “Bananas em Chamas”: Hélio Fróes e Cristiane Perné / Iluminação – Rodrigo Assis / Direção de vídeo: Rô Cerqueira e Lázaro Tuim / Projeção Mapeada: Lina Lopes / Concepção de bonecos, figurinos e cenário: Izabela Nascente / Identidade Visual: Marcos Lotufo/ Fotografias do espetáculo: Layza Vasconcelos / Direção de Produção – Lázaro Tuim Produção – Bruno Garajau e Luana Oto (Balaio Produções)

08/05 às 19h30 – O Cabra que Matou as Cabras/ Cia. de Teatro Nu Escuro (GO) / Teatro – Comédia

Duração: 55 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Anfiteatro (200 lugares)

Sinopse: Um advogado vigarista, que sobrevive dando pequenos golpes em seus clientes, se vê envolvido em um caso de assassinatos de cabras e bodes. Uma trama cheia de traições, trapaças e reviravoltas, onde uma esposa maliciosa engana seu marido advogado que engana um comerciante ganancioso que engana seu empregado que engana um juiz que quer enganar todo mundo.

Uma comédia visceral que lida com as relações de poder e hierarquia implícitas no cotidiano das pessoas e trás o riso como força reveladora e de libertação, um riso festivo que não forja dogmas nem é autoritário, que exorciza os nossos medos e a nossas angustias.

Ficha técnica: Elenco: Abilio Carrascal, Adriana Brito, Eliana Santos, Izabela Nascente e Lázaro Tui, Direção Musical: Sergio Pato, Preparação Vocal: Abilio Carrascal, Coreografias e Preparação Corporal: Lázaro Tuim, Cenografia: Mara Nunes e Hélio Fróes, Figurinos e Bonecos: Izabela Nascente, Assistência de Figurinos: Mara Nunes, Maquiagem: Cia Nu Escuro, Confecção de Próteses: Moema Rodrigues, Cenotecnia: Enoc Moia, Iluminação: Hélio Fróes, Coordenação de Pesquisa: Pedro Plaza, Maurício de Bragança, Pesquisa Histórica: Allysson Garcia e Bruno Garajau, Documentação em Vídeo: Fora da Lei, Programação Visual: Fábio Franco, Assessoria de Imprensa: Ana Paula Mota, Produção Executiva: Milena Jezenka, Direção de Produção: Marcelo Carneiro, Assistência de Produção: Emersom Caldas, Direção e Dramaturgia: Hélio Fróes

09/05 das 14h às 20h – Dança Contemporânea a Domicílio / Cláudia Müller (RJ) / Dança

Duração: 10min / intervenção

Classificação etária: livre

Local: Escola Sesc de Ensino Médio

Sinopse: Dança Contemporânea em Domicílio propõe entregar dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, buscando espaços despercebidos, brechas no cotidiano.

Uma dança que se importa menos com movimentos concretos e mais com os espaços imaginários abertos no encontro com o espectador – consumidor: qual o lugar deste ofício, como é percebido, quais seus recursos, qual seu alcance, como é remunerado? Qualquer pessoa pode solicitar gratuitamente Dança Contemporânea em Domicílio em qualquer lugar que queira recebê-la (em sua casa, escritório, loja, mercado, em uma praça, no restaurante que frequenta etc.) através de um telefonema.Ficha técnica: Concepção, criação e performance: Cláudia Müller / Colaboração dramatúrgica: Micheline Torres / Programação visual: Theo Dubeux

09/05 às 15h – Bisa Bia, Bisa Bel/ Direção de Joana Lebreiro (RJ) / Teatro Infantil

Duração: 60min

Classificação etária: livre – Recomendado para crianças de 5 a 12 anos

Local: Palco (600 lugares)

“Bisa Bia, Bisa Bel”, conta a história da menina Isabel, que aprende a lidar consigo mesma no convívio imaginário com sua bisavó e sua bisneta. Três tempos e três vivências se cruzam numa mistura encantadora do real com a fantasia. O espetáculo tem como ponto de partida um grupo de cinco crianças que, juntas, leem o clássico de Ana Maria Machado. A partir daí, o livro ganha vida no palco através de canções e jogos, onde os amigos brincam e interpretam os personagens. Ficha Técnica: Texto – Ana Maria Machado / Adaptação e direção – Joana Lebreiro / Direção musical e arranjos – Marcelo Rezende/ Canções originais – Joana Lebreiro e Marcelo Rezende / Elenco: Viviana Rocha / Gisela de Castro / João Lucas Romero / Júlia Ludolf / Vicente Coelho / Cenário – Carlos Alberto Nunes / Figurino – Mauro Leite/ Iluminação – Aurélio de Simoni/ Direção de Movimento – Nathalia Mello / Programação Visual – Miguel Carvalho / Fotografia – Rudy Hülhold / Produção – Alexandre Mofati e Maria Alice Silvério

11/05 às 19h30 – Criaturas de Papel / Bricoleiros (CE) / Teatro de Bonecos

Duração: 60 minutos

Classificação etária: livre

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse: Papéis brancos ganham formas geométricas e são transmutados em figuras cênicas que meticulosamente animados ganham vida. Encontros e partidas formam a teia principal desse espetáculo. Seus ganhos e perdas parecem nos comunicar que a vida é feita de construções e desconstruções de realidades e momentos. Como seres animados, imbuídos da existência, buscam o outro num impulso vital. O espetáculo fala de encontros enquanto força fundamental do pulso de existir e habitar um espaço.

Ficha técnica: Direção – Cristiano Castro / Roteiro e cenografia: O Grupo / Criação dos bonecos: Cristiano Castro e Eliania Damasceno / Figurino – Eliania Damasceno / Concepção da sonoplastia: Cristiano Castro / Concepção da iluminação: Marconi Basílio, Cristiano Castro e Fernando Silver / Elenco: Cleiviane Marques Vasconcelos, Eliania Damasceno Marconi Basílio, Eder Machado

12/05 às 19h30 – Playlist / Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG)/ Dança

Duração: 50 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco (100 lugares)

Sinopse: Playlist é uma obra a ser construída a cada apresentação. São 45 minutos cênicos completamente improvisados que contam com a participação do público para definir as bases do espetáculo da noite. Há 8 temas pré-definidos que intitulam 8 Playlists a serem escolhidos no inicio da apresentação, pela plateia. Além disso, o público determina como a apresentação começa e como ela termina, escolhendo a composição de bailarinos em cena.  A proposta de deixar que o público escolha a trilha sonora e também algumas composições cênicas, permite que a platéia participe como um norteador do espetáculo, tornando-o imprevisível e próximo ao lúdico destas pessoas. Desta maneira, Playlist se torna um trabalho único a cada apresentação e propõe a interação harmônica com um público estimulador. Em cada cidade é escolhido um bailarino convidado para participar do espetáculo, o que o torna ainda mais instigante e desafiador.

Ficha Técnica: Bailarinos improvisadores: Andréa Anhaia, Carlos Arão, Ester França, Fábio Dornas, Trilha Sonora:Organização das listas de música: Equipe Playlist, Sonoplastia: Marina Braga Campos, Intermediação: Miriam Beatriz dos Santos Menezes, Iluminação: Rafael Junio França

13/05 às 19h30 – Nowhereland – Agora Estamos Aqui / Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG) / Dança

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse: O Movasse foi buscar na obra cinematográfica de Tim Burton inspiração para a criação coreográfica de um espetáculo de dança. As obras do diretor são marcadas por uma recriação fantástica do real, sempre com um tom de comédia e resvalando em toques de humor macabro. A tênue linha que separa o real do imaginário foi o ponto de partida para desvendar o tema. Até onde estamos seguros do que é real e do que é apenas fruto de nossa imaginação? Somos feitos apenas dos fatos concretos do dia dia ou somos aquilo que imaginamos ser? Estas são algumas perguntas que surgiram durante o processo e depois se transformaram em movimento, iluminação, trilha sonora e figurino. Nowhereland foi considerado melhor Espetáculo de Dança de 2013, em Minas Gerais pelo Premio SINPARC, além de receber ainda os prêmios de melhor cenário, trilha sonora e concepção coreográfica.

Ficha técnica: Criação e Realização: Movasse – Coletivo de Criação em Dança / Direção Artística : Sônia Mota / Bailarinos: Andréa Anhaia, Carlos Arão, Ester França e Fábio Dornas / Trilha Sonora: Kiko Klaus / Cenário: Vermelho Steam / Desenho de luz: Márcio Alves / Figurino:Silma Dornas / Iluminador: Rafael Junior França / Tecnico de Montagem: Mirian Beatriz Menezes / Produção e coordenação técnica: Marina Braga Campos / Programação Visual: Paula Cabral

14/05 às 19h30 – Proibido Elefantes / Companhia Gira Dança (RN) / Dança

Duração: 55 minutos

Classificação etária: 14 anos

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse: PROIBIDO ELEFANTES é um espetáculo que fala do olhar como via de acesso, porta de entrada e saída de significados. O modo como percebemos a “realidade” é resultante do diálogo que estabelecemos com esta: nosso olhar é constituído pela realidade assim como a realidade é constituída pelo nosso olhar – a construção do sentido transita em via de mão-dupla. O olhar enquanto apreensão subjetiva do mundo é, neste trabalho, apontado como elemento potencializador do sujeito diante do mesmo. Proibir elefantes é restringir o acesso, impedir o livre trânsito do animal que serve como meio de transporte na Índia, mas que causaria enormes transtornos em outras localidades. Proibir elefantes, neste espetáculo, é proibir o olhar que ressalta as limitações, os impedimentos; que duvida da capacidade do sujeito frente à adversidade. Proibir elefantes, aqui, é apostar no olhar do sujeito sobre si e sobre o mundo em que vive como elemento ressignificador e instaurador de realidade.

Ficha técnica: Concepção, Coreografia e Direção: Clébio Oliveira / Direção Artística: Anderson Leão / Bailarinos/criação: Álvaro Dantas, Jania Santos, Joselma Soares, Marconi Araújo, Rodrigo Minotti e Rozeane Oliveira / Produção Executiva: Celso Filho / Trilha Sonora Original: Toni Gregório / Figurino: Loris Haas / Design de Luz: Ronaldo Costa / Operação de Luz: Daivid Costa / Fotografia/Vídeo: Rodrigo

15/05 às 19h30 – Sobre Todas as Coisas / Companhia Gira Dança (RN) / Dança

Duração: 35 minutos

Classificação etária: Livre

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse: Condição humana e suas fragilidades. Quando podemos dizer que somos normais ou não? O que é normal? O que é anormal? Como conviver naturalmente com o diferente? Até que ponto o ser e a sua capacidade de superação e a incapacidade do outro de aceitação vão? A condição física é um mero detalhe e a condição mental é o que muda o homem e o mantém em circunstâncias de altear o que lhe parece trágico e frágil. Não existe o frágil, existe um meio que fragiliza o outro (o ser).Essa é a proposta do espetáculo “Sobre todas as coisas”, onde os bailarinos da Cia. Gira Dança irão contrapor o frágil da sociedade, o frágil do ser humano ou o meio que o torna assim.

Ficha Técnica: Concepção, Coreografia e Direção: Dave Carvalho, Direção Artística: Anderson Leão, Produção Executiva: Celso Filho, Trilha Sonora: Mestre Salustiano – voz e música, Antônio Guimarães, Quarteto Armorial, Rabequeiros de Pernambuco, Antigone e Marlui Miranda., Concepção de figurino: Dave Carvalho, Produção de figurino e Adereço: Alex Dantas e Dave Carvalho, Pesquisa de figurino: Greicy Xavier, Desenho e operação de luz: Daivid Costa, Fotografia e vídeo: Anderson Leão, Edição de vídeo: Daivid Costa, Programação Visual: Anderson Leão, Consultoria de Projetos: Ana Paula Medeiros, Consultoria de Marketing: Carol Carvalho, Elenco: Álvaro Dantas, Jania Santos, Joselma Soares, Marconi Araújo, Rodrigo Minotti, Rozeane Oliveira, Joselma Soares e Wilson Macário.

16/05 às 19h30 – O Descotidiano / Cia. Do Relativo (SP) / Circo

Duração: 45 minutos

Classificação etária: livre

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse: Em cena, um ser solitário e excêntrico, que busca através da desconstrução de seu cotidiano uma nova motivação para sorrir. Dentro de sua casa, com poucos móveis e sentimentos, ele dá novos significados a objetos do dia a dia: jornais, xícaras, livros e vassouras são manipulados de maneira inesperada, criando situações cômicas e surreais. O criador, ator e diretor do espetáculo, Otavio Fantinato, também faz uso de bolas de malabarismo clássico para ilustrar essa procura por um novo sentido para a vida.

Ficha técnica: Criação, direção e atuação: Otavio Fantinato / Cenografia: Eduardo do Amaral / Desenho da luz: Sérgio Pires e Eduardo Amaral / Trilha sonora: Otavio Fantinato / Figurino: Julia Pacheco / Operador de luz: Eduardo Amaral / Operador de som: Tassio Folli

17/05 de 10h30 às 17h30 – Oficina O Teatro de Rua e Ator Inventivo / Grupo de Teatro de Pernas Pro Ar (RS)

Público alvo: a partir de 16 anos

Número máximo de participantes: 15 pessoas

Ministrante: Luciano Wieser e Grupo

Possibilitar experimentações com o corpo e a manipulação de objetos com liberdade de criação em busca da linguagem própria. Esta é a proposta desenvolvida pelo DePernasProAr que vem da sua experiência nestes 26 anos misturando e borrando as fronteiras das artes em varias linguagens como o Circo, a música, o teatro de animação e o teatro de rua. Almejando a busca do ator inventivo.

18/05 às 17h – O Lançador de Foguetes / Grupo de Teatro De Pernas Pro Ar (RS) / Teatro de Rua – Circo

Duração: 60 minutos

Classificação etária: livre

Local: Anfiteatro (200 lugares)

Sinopse: Personagem instigante que está a procura do lugar ideal, converge o espaço físico e a energia do público, elementos essenciais para a excelência de sua experiência científica. Deslocando-se com destreza pela rua, através de seu triciclo recheado de elementos cênicos, calcula os fenômenos físicos que podem interferir nesta jornada. utiliza os malabares circenses e as engenhocas astrológicas para medir as distâncias, calcular o vento e sentir as energias. Busca parceiros para esta jornada, computa todas as informações e através de uma trilha sonora empolgante e curiosa lança seus foguetes …ideias ao ar. ATENÇÃO! Nem sempre as medições, coordenadas insufladas em função das correntes marítimas ventais hexagonais, somadas a ação gravitacional do planeta em mudança e a energia materializada do pensamento proporcionam um lançamento com excelência…

Ficha técnica: Ator criador/Diretor/Cenografo: Luciano Wieser / Produção/Figurinos/Maquiagem/Montagem/Assistência de direção: Raquel Durigon / Contra regra e Montagem: Odair Fonseca de Souza / Música e execução: Jackson Zambelli e Sergio Olivé

19/05 às 15h – Mira/ Grupo de Teatro De Pernas Pro Ar (RS) / Teatro de Rua

Duração: 40 minutos

Classificação etária: livre

Local: Anfiteatro (200 lugares)

Sinopse: Bonecos Gigantes, livremente inspirados nas obras do artista plástico Espanhol Joan Miró, representam estranhas formas de vida com capacidade de mostrar a realidade de forma simples e simbólica. Relações lúdicas, corriqueiras sugerem o desprendimento da aparência real dos bonecos , nos fazendo mergulhar na nossa própria identidade. Esta metáfora composta pela sutileza de contrastes de cada personagem, sugere as diferenças com leveza, cor, luz e poesia.

Mirar estas figuras em situações tão puras e cotidianas, embaladas por uma trilha sensível e empolgante nos aproxima, nos faz voltar a ser criança ou simplesmente nos traz um colorido a vida.

Ficha técnica: Ator criador/Diretor/Cenografo: Luciano Wieser / Produção/Figurinos/Maquiagem/Montagem/Assistência de direção: Raquel Durigon / Contra regra e Montagem: Odair Fonseca de Souza / Música e execução: Jackson Zambelli e Sergio Olivé

19/05 de 10h30 às 17h30 – Oficina Do Boneco à Sombra / Cia. A Roda (BA)

Público Alvo: Interessados em artes cênicas

Número máximo de participantes: 20 pessoas

Ministrante: Olga Gomez e elenco da Cia.

Serão abordadas concepções filosóficas sobre a sombra e os participantes experimentarão diferentes focos luminosos e silhuetas cortadas em couro do acervo do grupo. O objetivo é sensibilizar os sentidos, provocar distorções na imagem e expressar emoções por meio do objeto intermediário que é a figura de sombra.

20/05 às 19h30 – O Pássaro do Sol / Cia. A Roda (BA) / Teatro de Sombras

Duração: 50 minutos

Classificação etária: livre

Local: Palco (600 lugares)

Sinopse: Adaptado da mitologia indígena brasileira pela escritora Myriam Fraga, o texto narra a história de um jovem que é transformado em pássaro para ir ao céu roubar as chamas do palácio do sol. A encenação utiliza o teatro de sombras, antigo gênero de animação que tem na China uma das mais antigas tradições. As silhuetas são recortadas em couro pela artista plástica Olga Gómez, que também é responsável pela direção e adaptação do texto. Selecionado como “Melhor espetáculo Infantojuvenil” de 2010 pelo Prêmio Braskem de teatro, o espetáculo conta com trilha escrita para a montagem pelo compositor Uibitu Smetak. A história ganha vida pelas mãos dos atores animadores que fazem da grande tela o palco para as aventuras do índio Japú.

Ficha técnica: Texto: Myriam Fraga / Direção e bonecos: Olga Gómez / Direção de Produção: Marcus Sampaio / Direção Musical: Uibitu Smetak / Direção de cenas e narração: Osvaldo Rosa / Cenários: Fabio Pinheiro / Manipulação: Naiara Gramacho, Bernardo Oliveira, Ana Luiza Reis e Elinaldo Nascimento / Fotos: Marcio Lima

21/05 às 19h30 – O Silêncio e o Caos / Dielson Pessoa (PE) / DANÇA

Duração: 50 minutos

Classificação etária: 14 anos

Local: Palco – (100 lugares)

Sinopse: O espetáculo “O Silêncio e o Caos” tem como ponto inicial uma experiência psicológica vivida pelo próprio Dielson Pessoa e trata da questão como algo inerente ao humano. Abre um leque de discussões sobre as psicoses, levando o público a perceber que essas duras passagens são muito enriquecedoras, principalmente quando vistas por um prisma respeitoso e longe de preconceitos. O elemento disparador ou conteúdo deste solo está presente em âmbito universal, uma vez que muitas pessoas passam por situações similares e, por medo ou preconceito, evitam expor as suas tragédias pessoais. O fato de ter bipolaridade, e poder investigar e comentar sobre este problema auxilia no processo de auto conhecimento e fortalecimento do indivíduo, deslocando o assunto para uma questão da sociedade e não mais como único e pessoal.

Ficha técnica: Bailarino-criador: Dielson Pessoa / Direção: Maria Paula Costa Rêgo / Figurinos: Gustavo Silvestre / Iluminação: Jathyles Miranda / Trilha Sonora Original: AD Ferreira / Intervenções ao vivo: Lucas Ferraz e Renato Da Mata / Produção: Cyro Morais

22/05 às 19h30– O Braile, uma dança às cegas / Cia PeQuod (RJ) / DANÇA

Duração: 20 minutos

Classificação etária: 14 anos

Local: Palco – (100 lugares)

Sinopse: A ideia por trás de “O Braile, uma dança às cegas”, coreografia inédita dirigida por Duda Paiva, surge da potente experiência que a Cia PeQuod teve ao convidar renomados coreógrafos cariocas para criarem quadros que só um boneco poderia executar, assim nasceu PEH QUO DEUX, mais recente espetáculo da PeQuod, Ao conjugar o teatro de animação e a dança contemporânea, PEH QUO DEUX apostou no cruzamento de linguagens e marcou uma nova etapa de investigação do movimento humano, largamente estudado pela PeQuod. As partituras construídas extrapolam os limites do movimento humano e o espetáculo, composto por quadros, destaca-se pela precisa movimentação técnica dos manipuladores, revelando muitas camadas deste pas-de-deux entre a dança e o teatro de animação, inspirado pela literatura.

Por tudo isto, Duda Paiva pareceu ser o artista perfeito para colaborar neste momento com a PeQuod e dar continuidade em sua pesquisa na busca por uma conexão mais profunda entre objeto e manipulador, em prol do movimento poético e fluido. Há vinte anos radicado em Amsterdã, na Holanda, Duda Paiva é um dos pioneiros de um novo conceito que mescla dança contemporânea e manipulação de marionetes clássica, usando o movimento e a voz como instrumentos narrativos dentro da coreografia.

Ficha Técnica: Direção: Duda Paiva / Supervisão: Miguel Vellinho / Iluminação: Renato Machado / Assistência de direção: Raquel Botafogo /Intérpretes: Cia PeQuod – Liliane Xavier, Mariana Fausto e Miguel Araújo / Coordenação de Produção: Lilian Bertin e Liliane Xavier / Assistência de Produção: Luciano Borges / Produção: Cia PeQuod de Teatro de Animação

 

23/05 às 15h – O Som das Cores / Catibrum Teatro de Bonecos (MG) / Teatro de Animação

Duração: 60 minutos

Classificação etária: livre

Local: Palco – 100 lugares

Sinopse: Inspirado em famosas fantasias literárias, o espetáculo conta a história da jovem Lúcia, que se aventura no mundo do impossível. Do subterrâneo das estações de metrô ao universo infinito de sua imaginação, ela terá que enfrentar seus medos e todos os seus inimigos.

Ficha técnica: Dramaturgia e Direção: Lelo Silva / Produção Executiva: Adriana Focas / Intérpretes: Daniela Perucci, Leandro Marra, Patrícia Rache e Aurora Majnoni / Criação e Construção da Estrutura cênica: Tim Santos / Criação e desenho dos Bonecos: Eduardo Santos / Trilha Sonora: Graveola e o Lixo Polifônico / Sonoplastia: Tim Santos / Criação da Luz: Lelo Silva, Ítalo Tadeu, Tim Santos e Leandro Marra / Fotos: Guto Muniz

24/05 de 10h30 às 17h30 – Intercâmbio com Catibrum Teatro de Bonecos (MG) e Cia PeQuod (RJ)

Intercâmbio é uma troca de experiências que será realizada pelos grupos com o intuito de gerar novas possibilidades de trabalho e integração entre grupos afins. 

25/05 às 19h30 – Antes de Chuva / Cia. Cortejo (RJ) / Teatro – Drama

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 14 anos

Local: Palco – 100 lugares

Sinopse: Aramís encontra Ana numa casa abandonada, onde ela mora com a avó. O menino, na ocasião com 11 anos, é chantageado pela moça para que deixe que ela o veja nu e depois leia pra ela em voz alta. Inspirada pelas histórias de espionagem lidas pelo garoto, Ana planeja uma fuga no navio do Papa que passará em breve pelo povoado.

Ficha técnica: Elenco: Bruna Portella (Ana), Luan Vieira (Aramís) / Texto, direção e iluminação: Rodrigo Portella / co-direção: Léo Marvet / figurinos: Bruno Perlatto / trilha sonora: Felipe Chernicharo / preparação vocal: Jane Celeste Guberfain / produção: Trilhos Produções Artísticas / produção executiva: Larissa Gonçalves / realização: Cia. Cortejo

25/05 de 10h30 às 17h30 – Oficina de Danças Nordestinas / Balé Popular do Recife (PE)

A oficina irá oferecer iniciação à metodologia Brasílica de dança com o objetivo de ensinar aos participantes os principais movimentos e os passos básicos de alguns dos ritmos da cultura popular nordestina como: Ciranda, Coco, Guerreiro, Afoxé, Maracatu e Frevo.

Ministrante: Angélica Madureira e Ângela Fischer Vagas: 20

26/05 às 19h30 – Nordeste a Dança do Brasil / Balé Popular do Recife (PE) / Dança

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: 600 lugares

Sinopse: Nordeste – A dança do Brasil é um retrato em movimento da riqueza cultural que vem desta região do país, marcada por um intenso processo de hibridização. O Balé Popular do Recife propõe um espetáculo de cor, brilho e beleza. Danças típicas do Carnaval, do São João, do Natal, e expressões de origem afroameríndia compõem o repertório dessa obra, que marcou a consolidação da linguagem original em dança que o Balé criou, baseada nas manifestações da cultura popular nordestina. Frevo, Maracatu, Caboclinhos, Ciranda, Xaxado e Guerreiro são apenas alguns dos ritmos que fazem do espetáculo que representa toda a força e alegria de um povo.

Ficha Técnica: Direção geral: Ângela Fischer Concepção, Direção artística e Coreografias: André Madureira Assistente de direção: Angélica Madureira, Produção e gestão: Christanne Galdino Assistente de produção: Carla Navarro Figurinos: Lourdes Madureira e Ângela Fischer Camareiro e assistente de figurino: Smile Galvão, Elenco:Angélica Madureira; Élide Leal; Joana Lima; Marcella Figueiras; Samantha Rúbya; Simone Santos: Tita Pereira; Adriano Silva; Anderson Vieira; Douglas Marques; Gustavo Rocha; Jefferson Arruda; Márcio Nascimento; Marconi Stylebrasil. Bailarina substituta: Kezya Mayara

27/05 às 19h30 – Umbigar / Direção: Paula Águas/RJ / Dança

Duração: 70 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco – 600 lugares

Sinopse: Misturar elementos do tradicional com um olhar contemporâneo foi o mote que inspirou o espetáculo Umbigar! Instrumentos em cena, memórias de vida e a necessidade em compartilhar experiências pelas andanças no Brasil e em Moçambique revelam o universo feminino, a partir da gestualidade que vem dos movimentos do umbigo, do ventre – danças de umbigada afro-brasileiras – jongo, coco, samba de roda, lundu e tambor de crioula – que traçam uma corporalidade particular por todo o território nacional.

Ficha Técnica: Direção Cênica: Paula Aguas e Natasha Mesquita/ Performance e pesquisa: Juliana Manhães/ Direção Musical: Sergio Castanheira/ Figurino: Vanessa Machado/ Assistente de Figurino: Laura Santos/ Cenografia: o Coletivo/ Iluminação: Luiz André Alvim e Guiga Ensá/ Operadora de luz: Juju Moreira/ Voz em off: Rita Ribeiro/ Poesia (recorte): Ferreira Gullar/ Fotografia: Maria Elisa Franco / Designer Gráfico: Fernando Alax/ Produção: Ponteio produções LTDA

24/05 de 10h30 às 17h30 – Intercâmbio com a Juliana Manhães e o Balé Popular do Recife (PE)

Intercâmbio é uma troca de experiências que será realizada pelos grupos com o intuito de gerar novas possibilidades de trabalho e integração entre grupos afins.

28/05 às 19h30 – Avental Todo Sujo de Ovo / Grupo Ninho de Teatro (CE) / Teatro – Drama

Duração: 70 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Palco – 100 lugares

Sinopse: Com texto do dramaturgo cearense Marcos Barbosa, estreou no início do ano de 2009. Trata da relação familiar, com seus sentimentos, suas limitações e suas in/verdades. Propondo uma intimidade com o público, o elenco deste espetáculo convida os espectadores a visitarem a casa de Alzira e Antero, o casal que há dezenove anos, junto à comadre Noélia vive a angustiante espera do filho Moacir que sumiu de casa aos nove anos de idade. Este cotidiano só se modificará a partir da inesperada visita de Indienne Du Bois. Para promover a atmosfera de intimidade, esta história é contada em espaço cênico de semi arena, sobre um tapete de arroz a uma distância mínima do público, provocando neste, um reflexivo e ativo olhar sobre as relações familiares.

Ficha técnica: Texto: Marcos Barbosa / Direção: Jânio Tavares / Elenco: Edceu Barboza, Joaquina Carlos, Rita Cidade e Zizi Telécio / Concepção de figurino: Jânio Tavares e Carol Landim / Criações Concepção de cenário: Jânio Tavares e Wanderley Peckovski / Concepção e execução de luz e som: Jânio Tavares / Produção: Monique Cardoso / Concepção e execução de maquiagem: Grupo Ninho de Teatro Adereços: George Belisário / Contra regragem: Elizieldon Dantas Sâmia Oliveira

29/05 às 19h30 – Vigor Mortis Jukebox Vol. 1 / Cia. Vigor Mortis (PR) / Teatro – Terror

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 16 anos

Local: Palco – 100 lugares

Sinopse: Vigor Mortis Jukebox Vol. I traz experiência cognitiva singular. “Vigor Mortis Jukebox Vol I” é o mais novo conceito a explorar esses limites. Uma ideia que radicaliza questões sobre a comunicação entre um espetáculo teatral e o olhar do público. Ao mesmo tempo, permanece dentro do universo de cultura pop e sofisticação visual tradicionais em um trabalho da Vigor Mortis. ‘Jukebox’ não se parece com nada que a Vigor Mortis já tenha feito. A montagem cria uma experiência teatral singular.

Ficha técnica: Texto | Direção | Videos : Paulo Biscaia Filho / Direção de Produção | Fotos : Marco Novack Estrelando: Kenni Rogers / Atrizes em Video: Guenia Lemos | Uyara Torrente | Viviane Gazotto / Trilha Sonora Original : Demian Garcia / Cenografia : Guenia Lemos / Iluminação : Wagner Corrêa / Figurinos: Dayane Bernardini / Maquiagem : Marcelino de Miranda / Cenotécnico : Bira Paes

30/05 às 19h30 – Boi de Piranha / Cia. Boi de Piranha de Artes (RO) / Teatro – Drama

Duração: 35 minutos

Classificação etária: 14 anos

Local: Palco – 600 lugares

Sinopse: O espetáculo BOI DE PIRANHA é um tema e uma analogia. Perpassa por dados históricos e afetos relacionados à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré “Ferrovia do Diabo” e a Batalha da Borracha no norte do Brasil e a analogia acontece através da ideia do boi dentro da pecuária que é o animal escolhido, geralmente por ser o mais velho ou doente, para ser abatido e entregue às piranhas para o restante do rebanho passar. O migrante nordestino assume essa figura sacrificial dentro do espetáculo transformando-se num Super-Homem que cruza o País para sobreviver e para salvar.

Ficha técnica: Texto: Francis Madson / Direção: Francis Madson / Elenco: Ana Paula Venâncio, Eules Lycaon e Gisele Stering / Cenário, Figurino e Iluminação: Francis Madson / Trilha Sonora: Cia. Boi de Piranha / Maquiagem: Cia. Boi de Piranha / Contra-Regra: Francis Madirson e Elieldo Paes.

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